segunda-feira, 29 de março de 2010

Len Morgan

Ocupação

Professor de Geografia

Motivação

Caçador de Emoção (Thrill Seeker)

Alias

Challenger

Descrição



Len Morgan é um canadense de 23 anos. Tem cabelos e olhos castanhos, pele clara, 1,85 metros de altura e um bom condicionamento físico devido ao amor que nutre pelos esportes. (principalmente rugby e boxe, os quais ele pratica em suas horas vagas). Len já trabalhou como farmaceutico, padeiro e faxineiro, mas atualmente - devido ao fato de estar no último ano do curso de geografia - ministra aulas em um colégio para crianças com problemas auditivos.

Personalidade

Len é inteligente e engraçado, sendo uma excelente companhia para diversão. Não tem muitos amigos, resumindo seu círculo de contatos a colegas de trabalho e dos bares que frequenta. Ele é bastante competitivo, e costuma envolver-se em brigas em bares - principalmente para defender mulheres inocentes (ao menos que ele crê inocentes) e lindas. Ele é superficial, e gosta de sua aparência e da atenção que as mulheres lhe dão. Não é desonesto e tampouco preguiçoso, mas não se sente incomodado por evitar o trabalho de vez em quando. É um bom professor e tem paciência com as crianças, mesmo que ainda esteja aprendendo a linguagem de sinais.

Tem medo de compromissos, e por isso raramente tem namorada fixa (jamais apresentou uma aos pais, que ainda vivem no Canadá). Não tem muito dinheiro, mas vive bem com o que tem: um apartamento alugado no centro de [colocar aqui a cidade onde se passará o jogo], uma TV de plasma (cujas prestações ele ainda está pagando no cartão de crédito) e uma vespa (essa, já paga). Não guarda muito dinheiro, pois gasta boa parte do que ganha para se divertir no final de semana ao som de músicas eletrônicas.

História e Passado

Ao começar seu segundo ano na Faculdade de Geografia e Geologia, Len visitou o museu da cidade juntamente com seu grupo de colegas. O motivo da visita foi a exposição temporária de um meteorito  composto de uma liga metálica inexistente na terra. Ele se interessou imensamente pelo pedaço de rocha, tanto que resolveu voltar sozinho no dia seguinte. A possibilidade de vida extra-terrena [revisar, dependendo da fantasia criada pelo mestre já prever o conhecimento geral sobre vida extra-terrestre] lhe interessava muito, e por isso estudou o meteorito em seus detalhes. Quando o museu estava prestes a fechar, Len foi avisado pela mensagem de áudio pública e também pelo guarda mais próximo, que moveu-se para junto da caixa de força com a intenção de desligar as luzes que iluminavam o meteorito. Como o meteorito estava apenas separado do público por cordas, Len aproveitou-se da oportunidade para tocá-lo. Entretanto, quando o guarda do museu desligou a chave da iluminação, um curto circuito no terminal de uma das lâmpadas atingiou o meteorito e, por conseqüência, Len. Desmaiado, ele foi tratado na enfermaria do museu para ser liberado algumas horas depois, no começo da noite, por estar bem. Nos dias seguintes Len descobriu seus novos poderes: sua pele se cobria com um armadura quase invulnerável, que cobria todo seu corpo; apenas seus olhos ficavam descobertos, graças ao calor que passaram a emanar; calor esse que Len descobriu poder controlar para emitir raios cortantes e que lhe concedia também a possibilidade de enxergar os objetos e animais por meio do calor que emitiam. Len também descobriu que podia controlar sua mudança, e que apenas quando se transformava seus novos poderes e limitações se manifestavam.

Com esses novos poderes, Len fez tudo o que sempre sonhou: levantou carros e destruiu muros, enfrentou poderosos inimigos e riu de suas fotos nos jornais. Seus inimigos temeram aquela aparição robótica que defendia o "amigo" Len, e ele adorou ainda mais causar brigas em bares quando transformado - conforme sua própria definição - no Challenger.

Len apenas tenta manter sua identidade secreta com medo de que perca o emprego. Afinal, ele precisa terminar de pagar a TV de plasma para comprar o Home Theatre.


Modus Operandi


Depois que descobriu que tinha poderes especiais, Len passou a usá-los para seu próprio proveito. No começo, trabalhou de leão-de-chácara (como Challenger) em alguns clubes, removendo bêbados e afastando arruaceiros. Ele adorava o trabalho, porque lhe permitia esmurrar idiotas e ver belas mulheres. Muitos dos "idiotas" ameaçaram sua vida, mas como eram meros humanos nada poderiam fazer para machucá-lo. Infelizmente ele não permaneceu muito neste trabalho porque sempre que via alguém em necessidade (um assalto próximo ou algo do tipo), ele largava seu posto de guarda-costas para ir em socorro, deixando todo mundo entrar.

Ele tentou também uma vaga como lutador de luta livre, mas no dia em que se apresentou no circo local um outro cara vestido de vermelho e azul ganhou a única oportunidade que havia para os testes simplesmente por não ter chegado atrasado (Len ficou paquerando a caixa do supermercado onde ele havia ido comprar uma lata de spray para pintar Challenger no próprio peito de metal - ficou muito feio e demorou semanas pra sair).

Finalmente, contentou-se com a vaga de professor em uma escola para alunos com deficiência auditiva. O salário não era grande coisa e ele também não poderia usar seus poderes para ganhar dinheiro, mas ainda assim poderia aprender de graça a linguagem de sinais (talvez muito útil no futuro, uma vez que ele não pode falar quando está como Challenger e por isso não pode contra-argumentar contra o cara vestido de azul e vermelho para a vaga de luta livre). Ainda assim, sua diversão é patrulhar a noite a procura de arruaceiros, bandidos e outros tipos de marginais nos quais ele pode bater sem remorso e deixar, amarrados em cabos elétricos ou presos em tambores velhos na frente da delegacia ("eles merecem! São bandidos!" pensa Len). Até hoje ainda não encontrou um bandido que fosse um desafio: "todos são uns bunda-moles!"

Muitas vezes, ao deixar a escola no início da noite ele precisa agir e, por não ter tempo para se trocar, tira as roupas em uma esquina escura e sai como o Challenger sem uniforme. A sensação é de nudez, mas não de fragilidade - isso é coisa de boiola, diria ele. Apenas quando ele realmente sai para "caçar" bandidos - finais de semana e feriado - que ele veste o uniforme que comprou na Internet numa promoção de uma loja de aluguel de fantasias.

Gabe - For your Eyes Only

Occupation

Antique Book Dealer

Motivation

Unwanted Power

Description

When people first see Gabe, their first impression is usually amusement at the tall thin dandy, with the old-fashioned, out-of-fashion blond coiffure and powder blue suit. His expression always appears to be wide-eyed and naive, and surprised by all he sees. His eyes are a light brown, though in a certain light, when they reflect the sky they turn silver or blue.

His manners are studied, elaborate and precise for this age. He is unfailingly polite, incongruously in some circumstances. For example, he will remonstrate during a robbery, about the grammar the street-punk employed during his demands.
"No, no no, young man. One does not say 'gimme yer dosh'; it would be so much more eloquent if you were less hurried 'excuse me madam, please give me your pertinences and valuables'

Personality

Those that get to know Gabe in more depth realize that this is part camouflage and part habit. He is genuinely surprised by the selfishness and greed that he sees around himself and retreats into manners as an escape from the hurt. Modern life is also painful and confusing for Gabe, so his tastes in music and literature, viewed as eccentric, are more a reflection of another way of avoiding a modern fast lifestyle.

Background and history

Gabe is old. Very old. 7000 years ago, in a different dimension, Gabe was an angel (then called Azurephesus) tasked with protecting and guiding the new tribes of man. A small accident in dimensional travel landed him in our continuum where the timeline was not exactly the same, though he gladly continued his mission, reporting back to a higher power at infrequent intervals. Slowly Gabe found the attractions of heaven less appealing than the growing cultural arts of the societies with which he was associated. He has not returned now for several hundred years which accounts a little for his sense of loss.

For Gabe the flowering of culture has been the most exciting thing in his existence. Painting, sculpture, music, opera, ballet, fine wines, fine food, architecture, taiko, totems, and the other myriad of ways that man expresses his intelligence. From tribal times, through the founding of cities to the flourishing of the arts, Gabe has been there sampling, tasting and partaking in all the possibilities available.

The eighteenth century was Gabe's favorite. Sichuan Opera and the Garrick theater. Mozart and Handel. William Blake (who he possibly had too much influence upon) and Gai Qi. Since then the rise of technology has left Gabe more uneasy. Certain instruments of the modern age, the telephone, the gramophone and the electric light, he has embraced, but he is generally not at all comfortable with the evolution of technology. He thinks of the centuries past when man lived in smaller groups, and, frankly, there ability to kill each other was limited to a pointed stick.

Currently Gabe runs an antiquarian bookshop. This is made easy by the fact that he has personally known a lot of the authors and he has to be careful he does not reveal this to the customers, but this has made him internationally renowned among the small group of antique book collectors. He is also rather jealous of his collection, and takes great pains not to sell anything. Even going so far as to only open his shop at strange hours. (Only Tuesdays between 10pm and 1am if there is a full moon that week.)

He still takes his purpose of guiding man seriously, and for this has established himself as a superhero persona; fighting crime for the citizens. As he sees his duty, weeding the bad from so the good and gracious can prosper.

Fighting Crime

Gabe actively tries to promote 'good' and hinder 'evil', both in his guise as a concerned citizen; through social and political groups; and in his guise as an 'Angel', a hero who is frequently seen stopping crimes in peaceful ways. Generally the criminals just 'give up' for inexplicable reasons when Angel appears. This enables the public aspect to help the private one. For example, as a member of the local Greenpeace chapter he hears that a local company is planning to open radioactive storage site; Angel will probably check out the directors of the company to make sure it is really following the guidelines from the Environmental Protection Agency, or they are just going to throw radioactive sludge in the river, take the money and run! Note that Gabe does not have any background advantages of contacts etc.,. so it is a very amateur effort.